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  • Postado em: 26/02/2013 - sem-categoria

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    Média Inferior a Dois Filhos por casal abre debate a respeito do incentivo à natalidade

     

    O envelhecimento da população mundial já é apontado como uma das características do século XXI. Na América Latina e no Caribe (ALC), a queda da fertilidade supera a de mortalidade, o que reduz os índices de dependência demográfica nos anos seguintes.
    Por isso, o que há alguns anos parecia impensável começa a tomar forma como uma das resoluções possíveis para o problema do envelhecimento da população. Na avaliação de especialistas, os incentivos à natalidade não estão descartados e podem ganhar espaço na Pauta de discussões a partir dos próximos meses.

     

     Com média de fecundidade inferior a dois filhos por casal, o Rio Grande do Sul já se aproxima do índice que levou a Rússia a instituir um programa de incentivos financeiros aos casais com mais de um filho. Na Suécia e no Canadá, as licenças maternidades de um ano e paternidade de alguns meses também buscam colaborar com a reposição da população.
    Na opinião do professor-adjunto do Programa de Pós-Graduação em Economia da PUCRS Paulo Jacinto, o Brasil começou, de maneira tímida, a adotar a mesma linha de ação. A ampliação do tempo de licença maternidade para seis meses é um dos exemplos. Por outro lado, ele chama a atenção para a necessidade de melhorias estruturais antes de pensar em incentivos mais efetivos. 
    Conforme explica Jacinto, segundo a teoria econômica da fertilidade, os filhos representam um novo bem de capital, porém com serviços diferenciados. Por esse motivo, a tendência é a de famílias menores, pois o bem possui um custo de manutenção elevado e as pessoas acabam optando por investir na alta qualidade, o que aumenta ainda mais os gastos com colégio particulares, intercâmbios, atividades complementares, esportes e cultura.

     

     Por todos esses motivos, que a Previdência Privada Complementar se torna indispensável para a população brasileira, principalmente para a nossa população. É importante refletir sobre o futuro e, no quanto a sua qualidade de vida pode mudar, ao depender somente do INSS.
    Para ajudar a garantir um futuro mais tranquilo, o OABPrev-RS está junto com os advogados gaúchos, advogando para gerar benefícios à longo prazo, amenizando as incertezas da vida.

     

     

    Por: Dayana Corrêa/Comunicação OABPrev-RS
    Fonte: Jornal do Comércio – Poa

     

    ""Advogando pelo seu Futuro!

     


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